terça-feira, 18 de agosto de 2009

After Hours

Saudações! O meu nome é Vítor Madeira e sou o mais recente colaborador do blogue. Estou aqui para apresentar a rubrica que se intitula “After Hours”. Escolhi este nome porque este termo inglês significa “depois da hora”, e esta análise é feita depois de todos os jogos se realizarem, logo pareceu-me adequado.
A rubrica que aqui vos apresento tem como objectivo fazer uma análise a cada jornada do nosso campeonato. Falarei de todos os jogos, procurando fazer uma síntese do que se passou em cada um.
No final desta rubrica procederei à escolha da “Bela e do Monstro”, que é como quem diz quem mais se destacou pela positiva e pela negativa em cada jornada.
Espero que gostem, que acompanhem e que, nomeadamente, comentem este novo espaço do blogue.
A jornada iniciou-se com um entediante Leixões-Belenenses, que terminou empatado a zero. Pouco futebol e poucas oportunidades, num claro jogo de início de temporada.
No 2º jogo entrou em campo o primeiro grande. O Nacional-Sporting terminou com um empate a uma bola, num jogo onde se viram dois ”Sporting” diferentes. Na primeira hora uma equipa apática e sem chama, com uma última meia-hora de futebol mais incisivo e criativo, mas sem grandes resultados. Nota para a equipa do Nacional, bem organizada mas muito desorientada depois do tento leonino.
Neste mesmo dia houve um Braga-Académica, com a equipa de Domingos a vencer por um a zero e a tornar-se no 1º líder da Liga. Jogo equilibrado e que acabou por pender para a equipa com mais opções no plantel.
No mesmo “saco” podem pôr-se os jogos Naval-Olhanense e Leiria-Rio Ave, já que estas 4 equipas mostraram que estamos no início de época e que falta muito caminho a percorrer. Dois jogos, no mínimo. Pouco interessantes.
O Paços-Porto foi um jogo com algum interesse, já que a equipa de Paulo Sérgio se mostrou mais forte e organizada que nos embates anteriores com os “dragões”, enquanto os comandados de Jesualdo Ferreira demonstraram que Lisandro e, principalmente, Lucho ainda deixam muitas saudades.
O último grande a entrar em campo foi o Benfica, que recebeu o Marítimo. Jogo de sentido único, com as “águias” a controlar totalmente o desafio. Mas a ineficácia encarnada e a exibição de Peçanha evitaram que o Benfica saísse vencedor.
Por fim, a jornada fechou com um Setúbal-Guimarães. E este jogo resume-se a uma expressão: um autêntico treino com pontos em disputa.

A “Bela” da jornada é o guarda-redes do Marítimo Peçanha. O brasileiro mostrou-se inspirado e defendeu quase tudo o que lhe apareceu pela frente.
Já o “Monstro” é o avançado do Porto Hulk. Incrível a forma como foi expulso (a 1ª vez em Portugal) quando a equipa perdia e precisava de todas as suas unidades.


Vítor Madeira

4 comentários:

FÁBIO disse...

O Benfica na minha opinão fez uma boa exibição e atropelou o maritimo. No entanto mais uma vez na minha opinão voltou a faltar sorte ao Benfica, que é algo que também é preciso. É certo que o Peçanha fez uma grande exibição e ele está lá para defender a baliza. A sorte também é precisa e o Benfica teve falta dela. Mas pronto mesmo assim la apareceu uma estrelinha chamada weldon. Não estou preocupado pois se o slb continuar a jogar assim temos razões para sorrir, agora esperasse que a sorte não esteja sempre do lado do adversário.

FÁBIO disse...

Já agora tenho ouvido em debates desportivos na televisão muitos sportinguistas dizerem que estão há 4 anos a ouvir o mesmo e a ver que esta euforia benfiquista não da em nada.
Bem na minha opinão espero que esta euforia se mantenha em todas as pré-epocas porque é sinal que os Benfiquistas continuam do lado da equipa e a acreditar sempre que a equipa irá ter sucesso e como sabem o apoio dos adeptos é fundamental. Quem sabe se o Benfica iria ter as mesmas forças para empatar com o maritimo que não tivesse na luz aqueles 60 mil (mais ou menos não tou mt certo).

Jorge Manuel Honório disse...

este vitor é faccioso lol

Amante disse...

"Uma equipa apática e sem chama"? Onde é que viste o jogo, na rtp memória (benfica tv)? O Sporting dominou a totalidade do encontro, tanto que o Nacional apenas fez dois remates de perigo, o do golo e o que D. Carriço cortou a um metro da linha de balisa.
Já agora o Sporting não tem chama, isso serve é para a águia (para assa-la na brasa), o Sporting tem garra de leão e além disso ainda dispõe de esforço, dedicação, devoção e glória!
Eis o Sporting!